domingo, 17 de março de 2013

A doce (e difícil) arte de ser mãe

Esse assunto não é novo, mas parece fácil para quem vê de fora. Admito que também gosto de dar palpites em assuntos em que estou apenas assistindo de camarote, mas realmente muitas mulheres adoram dar palpites na vida umas das outras e principalmente no quesito criação dos filhos. Tenho passado por uma fase complicada com meus meninos. Não tenho a energia suficiente para atender a minha demanda. O trabalho tem ocupado mais de 80% da minha bateria, e quando chego em casa leva quem chora mais alto. Nesse caso quem sai perdendo é o mais velho, que sempre foi tão bonzinho, e por isso acaba ficando prejudicado. Está certo que o pequeno ainda não consegue fazer metade das coisas que o outro faz sozinho, mas sei que ando devendo mais atenção ao meu primogênito. Já fui criticada algumas vezes por isso... e o engraçado é que sempre foi por gente que não trabalhava fora nem teve a infelicidade de assumir uma família sem apoio. Eu admiro as mães solteiras, que trabalham fora, sustentam seus filhos com pão e amor. Vou admirar cada dia mais pois somente quem passa sabe o que é não conseguir sequer ir ao banheiro tranquila sem um dos filhos gritando a doce palavra "mãe-mãe-mãe-mãe..." Olha, tem coisas que a gente não acredita que vai dar conta até ir e fazer... Coisas banais como ir ao mercado com os dois anjinhos num sábado a tarde. Eu achava o fim do mundo...rs... mas ontem fui, fiz e ainda subi com toda a compra e os dois anjinhos (tudo de uma só vez). Fiquei orgulhosa de mim mesma... e cansada também..rsrs Mas é isso, mais uma vez falando de coisas triviais, dia-a-dia de uma mãe (solteira). Beijos a quem fica.