Hoje o assunto é sério, e muito!
Uma coisa que parecia que não ia acontecer com a minha família e todos diziam que ia, realmente aconteceu... a revolta do irmão mais velho.
Ainda bem que não foi contra o menor, mas contra a mãe.
Estou sem ação com relação ao comportamento do Pedro, meu mais velho que tem 4 anos. No início ele foi muito receptivo e até agora é muito carinhoso com o irmãozinho que está com 45 dias.
Mas ele está impossível de tão mal educado, respondão e eu diria até insubordinado.
Não quer comer, nem tomar banho, se mando dormir, não quer mas quando o relógio toca se nega a levantar e quando levanta não troca de roupa e fica o tempo todo me provocando e batendo boca comigo.
Já tentei de tudo, de conversa a por pra pensar, de palmadas a deixar sem TV e nada está adiantando.
Sei de crianças que retrocederam quando tiveram irmãos e não estou conseguindo identificar se é exatamente isso que está acontecendo com ele ou se é apenas teimosia da idade.
Gostaria de poder entender melhor a cabecinha dele e então agir da forma adequada, mas tenho medo de soltar as rédeas e não conseguir mais dominar aquela ferinha. Ele sempre foi muito educadinho e bonzinho (não é só minha essa opinião), mas também sempre apresentou traços do gênio difícil dos pais. Mas agora está demais... parece que tudo que ele faz é só para me contrariar.
Meu desejo de hoje seria ter um leitor de mentes infantis pra entrar naquela cabecinha, entender o que ele pensa e como se sente pra poder colocar a paz de volta ao meu lar.
Por enquanto, vou me virando como dá.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
De sling, até agora nada!
Hoje estou escrevendo bem chateada...
Comprei o ring sling (sling de argolas) e não to conseguindo usar...
Vi os filmes na youtube, li um monte de coisas e parecia muito fácil, mas me enrolei toda na hora do uso mesmo e qdo finalmente consegui colocar o Yuri nele...ele chorou feito um condenado à forca.
Ai, mas me deu uma tristeza! Depois de tudo que eu tinha visto parecia que seria mágico...rs... que eu colocaria ele no dito-cujo do sling e ele ia amar! Mas foi o oposto... ele odiou... snif!
Bem, ainda falta chegar o wrap sling (sling de dobrar e amarrar) e então vou finalmente confiar nessa coisa maravilhosa, ou então desistir de vez disso!
Tomara que no outro modelo dê certo.
Bem, pelo menos algo de muito bom aconteceu hoje. O Yuri olhou pro irmão e abriu o maior sorriso!
Tinham que ver o tamanho do bocão que ele fez. Acho que eles se amam...rs
Bjs e por hoje é isso!
Comprei o ring sling (sling de argolas) e não to conseguindo usar...
Vi os filmes na youtube, li um monte de coisas e parecia muito fácil, mas me enrolei toda na hora do uso mesmo e qdo finalmente consegui colocar o Yuri nele...ele chorou feito um condenado à forca.
Ai, mas me deu uma tristeza! Depois de tudo que eu tinha visto parecia que seria mágico...rs... que eu colocaria ele no dito-cujo do sling e ele ia amar! Mas foi o oposto... ele odiou... snif!
Bem, ainda falta chegar o wrap sling (sling de dobrar e amarrar) e então vou finalmente confiar nessa coisa maravilhosa, ou então desistir de vez disso!
Tomara que no outro modelo dê certo.
Bem, pelo menos algo de muito bom aconteceu hoje. O Yuri olhou pro irmão e abriu o maior sorriso!
Tinham que ver o tamanho do bocão que ele fez. Acho que eles se amam...rs
Bjs e por hoje é isso!
terça-feira, 24 de maio de 2011
Vamos slingar
Ai, ter filhos é realmente uma aventura. Principalmente quando nos permitimos aprender coisas novas e abrir a mente.
Mesmo ficando literalmente enfiada dentro de casa nesses dias de "resguardo", agora com as facilidades da internet posso aprontar algumas coisas por aqui.
A nova aventura é comprar um sling... melhor dizendo, dois! rsrs
A exagerada nem sequer aprendeu usar um ja foi logo comprando dois.
O primeiro eu comprei pela internet e como estava demorando pra chegar eu resolvi procurar outro por aqui mesmo, porque as maravilhas que li em todos os sites que entrei falando a respeito de todos os benefícios do uso do sling fizeram meus olhinhos brilhar!
Se o negócio for tão bom assim vou me sentir culpada de não ter usado quando tive o Pedro... mesmo assim vou usar o dobro com o Yuri para compensar..rs... brincadeirinhas a parte, o que escrevem é bom mesmo.
Entre os benefícios listados está o alívio das cólicas...e convenhamos, só isso pra mim e o Yuri ja valeria o investimento nos dois slings.
Então enquanto eles nao chegam, eu fico aqui, ansiosa pra variar, se vou saber usar o que parece ser tão simples, mas ao mesmo tempo complicado para alguém que tem mania de complicar tudo.
Depois eu volto para contar o que aconteceu, se tive alguma dificuldade, se o Yuri se adaptou, se gostou, se a cólica melhorou mesmo.
Então, até lá.
Mesmo ficando literalmente enfiada dentro de casa nesses dias de "resguardo", agora com as facilidades da internet posso aprontar algumas coisas por aqui.
A nova aventura é comprar um sling... melhor dizendo, dois! rsrs
A exagerada nem sequer aprendeu usar um ja foi logo comprando dois.
O primeiro eu comprei pela internet e como estava demorando pra chegar eu resolvi procurar outro por aqui mesmo, porque as maravilhas que li em todos os sites que entrei falando a respeito de todos os benefícios do uso do sling fizeram meus olhinhos brilhar!
Se o negócio for tão bom assim vou me sentir culpada de não ter usado quando tive o Pedro... mesmo assim vou usar o dobro com o Yuri para compensar..rs... brincadeirinhas a parte, o que escrevem é bom mesmo.
Entre os benefícios listados está o alívio das cólicas...e convenhamos, só isso pra mim e o Yuri ja valeria o investimento nos dois slings.
Então enquanto eles nao chegam, eu fico aqui, ansiosa pra variar, se vou saber usar o que parece ser tão simples, mas ao mesmo tempo complicado para alguém que tem mania de complicar tudo.
Depois eu volto para contar o que aconteceu, se tive alguma dificuldade, se o Yuri se adaptou, se gostou, se a cólica melhorou mesmo.
Então, até lá.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Mãe de segunda viagem?
Eu acreditava mesmo que era uma mãe de segunda viagem, até o Yuri nascer e me ensinar que com ele é a minha primeira viagem.
Sabiamente a pediatra dele me disse isso e como um bálsamo começou a aliviar a minha ansiedade.
A cobrança que as mulheres costumam se fazer quando são mães de primeira viagem é grande, agora imagine então quando não é a estréia, ja é a segunda gestação!!!
Pois é, durante a gravidez eu ja notei que as coisas vinham sendo diferentes, mas quando o Yuri (meu segundo filho) nasceu foi que me dei conta que as coisas que eu jurava que já sabia não seriam da mesma forma como haviam sido quando tive o Pedro.
Admito que o nascimento do Pedro foi muito difícil pra mim, pois foi cercado de agravantes, entre eles uma perda de um ente querido, ausência de leite materno e também uma depressão pós-parto. Mas como era o primeiro filho, eu tinha uma boa desculpa para não saber como agir com o novo membro da família. Agora admitir que no segundo filho eu ainda não sabia o que fazer... aí ja seria abuso, coragem demais que eu não tinha.
Agora que ele ja tem um mês, que está mamando bem melhor do que quando nasceu e também ja começa a dormir melhor parece que a pretensa boa mãe está começando a fazer seu trabalho direitinho. Mas acima de tudo, não é o que ele está fazendo, e sim o que EU estou conseguindo NÃO fazer... isso mesmo: não me cobro tanto em não saber como interpretar seu choro ininterrupto que acontecia até 3 dias atrás, não me descabelo por meus horários estarem totalmente bagunçados, assim como a minha casa e minha vida...rs, mas sobretudo estou conseguindo controlar a minha ansiedade, admitir que não posso controlar todas as situações, que não sei tudo o que deve ser feito, na hora em que deve ser feito. Estou me permitindo errar e acertar, tudo no seu tempo.
É difícil para uma perfeccionista admitir isso, mas acredito que aquela pediatra me ajudou a me lembrar que, antes de ser a mãe do Pedro e do Yuri, sou apenas a Silmara... uma mulher que tenta acertar e se cobra demais quando não consegue. Acredito que não seja a única mãe que se sente frustrada ao ver que as coisas não saem exatamente conforme planejado, e que as vezes (muitas vezes) não sabem o que fazer com os filhos, principalmente quando o bebê chora e o mais velho pergunta o porquê... que não sou a única que pensa que tendo o segundo filho, não tem o direito de se sentir uma mãe de primeira viagem. Estou aprendendo que tenho esse direito sim, e que o meu bebê se sentirá melhor com uma mãe que sorri pra ele tentando ganhar um sorriso como retorno, do que com uma mãe que está com ele no colo apenas pra tentar fazer seu choro cessar.
Estou aprendendo a duras penas que a calma do meu bebê depende mais do que eu imaginava do meu auto-controle. E aqui venho partilhar essas dores com minhas amigas, mães de primeira-segunda viagem.
Sabiamente a pediatra dele me disse isso e como um bálsamo começou a aliviar a minha ansiedade.
A cobrança que as mulheres costumam se fazer quando são mães de primeira viagem é grande, agora imagine então quando não é a estréia, ja é a segunda gestação!!!
Pois é, durante a gravidez eu ja notei que as coisas vinham sendo diferentes, mas quando o Yuri (meu segundo filho) nasceu foi que me dei conta que as coisas que eu jurava que já sabia não seriam da mesma forma como haviam sido quando tive o Pedro.
Admito que o nascimento do Pedro foi muito difícil pra mim, pois foi cercado de agravantes, entre eles uma perda de um ente querido, ausência de leite materno e também uma depressão pós-parto. Mas como era o primeiro filho, eu tinha uma boa desculpa para não saber como agir com o novo membro da família. Agora admitir que no segundo filho eu ainda não sabia o que fazer... aí ja seria abuso, coragem demais que eu não tinha.
Agora que ele ja tem um mês, que está mamando bem melhor do que quando nasceu e também ja começa a dormir melhor parece que a pretensa boa mãe está começando a fazer seu trabalho direitinho. Mas acima de tudo, não é o que ele está fazendo, e sim o que EU estou conseguindo NÃO fazer... isso mesmo: não me cobro tanto em não saber como interpretar seu choro ininterrupto que acontecia até 3 dias atrás, não me descabelo por meus horários estarem totalmente bagunçados, assim como a minha casa e minha vida...rs, mas sobretudo estou conseguindo controlar a minha ansiedade, admitir que não posso controlar todas as situações, que não sei tudo o que deve ser feito, na hora em que deve ser feito. Estou me permitindo errar e acertar, tudo no seu tempo.
É difícil para uma perfeccionista admitir isso, mas acredito que aquela pediatra me ajudou a me lembrar que, antes de ser a mãe do Pedro e do Yuri, sou apenas a Silmara... uma mulher que tenta acertar e se cobra demais quando não consegue. Acredito que não seja a única mãe que se sente frustrada ao ver que as coisas não saem exatamente conforme planejado, e que as vezes (muitas vezes) não sabem o que fazer com os filhos, principalmente quando o bebê chora e o mais velho pergunta o porquê... que não sou a única que pensa que tendo o segundo filho, não tem o direito de se sentir uma mãe de primeira viagem. Estou aprendendo que tenho esse direito sim, e que o meu bebê se sentirá melhor com uma mãe que sorri pra ele tentando ganhar um sorriso como retorno, do que com uma mãe que está com ele no colo apenas pra tentar fazer seu choro cessar.
Estou aprendendo a duras penas que a calma do meu bebê depende mais do que eu imaginava do meu auto-controle. E aqui venho partilhar essas dores com minhas amigas, mães de primeira-segunda viagem.
Começando por aqui
Sou nova nesse mundo de blogueiros, mas como pra tudo na vida temos uma primeira vez, aqui vou eu, escrever sobre minhas experiências, que podem vir a ser úteis para alguém (se não forem para resolver problemas, que sejam ao menos para provocar risadas).
A intenção aqui é falar sobre o cotidiano de uma mãe de dois filhos lindos, o Pedro Henrique de 4 anos e o Yuri (que em maio de 2011) tem apenas um mês. Falar das aventuras e desventuras de uma "pretensa boa mãe".
Boa leitura!
Lembrando que críticas construtivas são sempre bem-vindas.
A intenção aqui é falar sobre o cotidiano de uma mãe de dois filhos lindos, o Pedro Henrique de 4 anos e o Yuri (que em maio de 2011) tem apenas um mês. Falar das aventuras e desventuras de uma "pretensa boa mãe".
Boa leitura!
Lembrando que críticas construtivas são sempre bem-vindas.
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